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AGENDA NÓIS DE TEATRO - DEZEMBRO DE 2017

Posted by Nóis de Teatro On 08:13

Dia 10 de dezembro, domingo, às 16h
Baile Dazárea - 01 ano de Sede Nóis de Teatro
Local: Sede do Nóis


Dia 17 de dezembro, domingo, às 18h30
Estreia "Despejadas" - Direção Edna Freire
Local: Sede do Nóis de Teatro


AGENDA NOIS DE TEATRO - NOVEMBRO DE 2017

Posted by Nóis de Teatro On 19:08

Dia 10 de novembro, sexta-feira, às 19h
Local: Comunidade Estrela – Jangurussu
Realização: Cuca Jangurussu


Dia 18 de novembro, sábado, às 17h
Local: Cuca Barra do Ceará.


Dia 19 de novembro, domingo, às 17h
Local: Quintal Cultural / Siqueira
Apoio: SecultFor


Dia 20 de novembro, segunda-feira, às 19h
Local: Praça da Gentilândia
Apoio: SecultFor


Dia 22 de novembro, quarta-feira, às 22h
Local: Teatro da Terça / Especial Consciência Negra
Parceria: Instituo Ecoa


Dia 23 de novembro, quinta-feira, às 19h
Local: Centro Cultural Bom Jardim
Apoio: SecultFor


Dia 25 de novembro, sábado, às 17h
Local: Cuca Mondubim


Dia 26 de novembro, domingo, às 17h
Local: Comunidade Lagoa do Coração / Vicente Pinzon
Apoio: SecultFor



   


DESPEJADAS

Posted by Nóis de Teatro On 11:12



Quantas mulheres tiveram seus nomes excluídos da história?  Quantas tiveram sua importância minimizada? Quantas lutaram, morreram e fizeram parte dos grandes acontecimentos históricos? Quantas mais fazem parte das lutas diárias e anônimas, seguindo seu curso para tornar esta vida menos marginalizada?

Diante de toda essa estrutura vigente, o Nóis de Teatro, desde maio de 2017 está em processo de montagem do novo espetáculo com o nome provisório de “Despejadas”. Participando do Porto Iracema das Artes, no laboratório de Criação de Teatro, Despejadas surge do desejo de diálogo cênico sobre a temática da mulher da periferia. Com base no livro da Carolina Maria de Jesus- Quarto de Despejo- lançamos esse olhar para esta obra que reflete o Brasil de 1960. Quais conflitos de ontem que se juntam, se multiplicam aos de hoje? Quais demandas desse Brasil pré-golpe de 1960 e desse atual, nas quais a descrença democrática se torna cada vez maior?

Tendo Adriana Schneider Alcure (professora da UFRJ) como tutora, o processo das “Despejadas”, segue com a estreia prevista para dezembro, sendo uma das atividades comemorativas dos 15 anos de Nóis de Teatro.


O que dizer dessa mulher periférica de ontem e hoje. Aqui estamos, corpos Kamikaze prestes a lançar bombas como Espertirina. Espere por Nóis, ouça nossa história e veja o que vamos fazer.

ESTAMOS AQUI E CALADAS NÃO MAIS/JAMAIS!!!

Posted by Nóis de Teatro On 15:12


Por: Amanda Freire

Todos os meses, dias e horas que vão passando me fazem perceber o quão importante e imensurável esse projeto é para mim e, certamente, para as demais envolvidas. Ler Carolina é como reaprender a viver, reaprender a caminhar e respirar. Após nosso encontro maravilhoso com a tutora Adriana Schneider temos nos debruçado ainda mais sobre o texto e investigado ainda mais a nossa dramaturgia, partituras corporais.
    
Como texto X reverbera no meu corpo? Será da mesma forma na outra? Sabemos que cada uma de nós temos nossas vivências enquanto ser/mulher. Da mesma forma que sentimos o quanto passamos pelas mesmas situações machistas, misóginas e patriarcais que assolam nosso país/mundo. Todo encontro me sinto um pouco mais rasgada. Esse processo chega nas nossas entranhas! É REAL! Estamos aqui e caladas não mais/jamais!!!

Imergir no mundo de Quarto de Despejo e sentir que também pode ser essa cidade, nosso bairro, favela de Canindé em 1960, mas também a favela São Francisco em 2017.

Todos os dias em busca de Carolina, sua vida, seus afazeres e desfazeres. O que seria Carolina hoje, em outubro de 2017 aqui em Fortaleza? Lidar com a fome, sobreviver com a fome. Fome de quê? O que era papel virou jeans, 0,5 centavos a limpeza da peça. LIMPAR! Higienizar a cidade: "despeja na favela"!

Estamos sendo mortas, brutalmente assassinadas e quem nos vê? Nos calam todos os dias. Sutileza: "cala a boca" é o mesmo que: "quem vai acreditar em você"?

Temos usado bastante nosso espaço cênico que, no caso, é nossa sede de teatro e ansiosas para explorar um pouco mais o trabalho na rua. A vontade de sair na rua gritando é forte mas como fazer isso de uma forma sutil que chegue como uma pena fazendo cócegas no espectador?

Abrir o processo para outras pessoas tem sido um gás a mais: oficina, debate, rota de criação nos trazem sempre um feedback diferente que nos faz repensar, mudar, bagunçar. A nossa bagunça tá grande, quando falo bagunça é no melhor sentido da palavra, bagunça cheia de proposições e questionamentos.

Perguntas, indagações e questões é o que permeia em mim nesse momento. Não tenho respostas e nem as quero. Que possamos ir em busca de mais tensões e questões e que nesse entremeio possamos descobrir possibilidades do/no erro ou acerto.

Saiba mais: clique aqui

CINEMA PRA NÓIS

Posted by Nóis de Teatro On 06:48



O Nóis de Teatro, dentro das comemorações do aniversário de 15 anos e numa iniciativa de cada vez mais fazer da periferia um espaço de troca de experiências, propõe o "Cinema pra Nóis", um cineclube que acontecerá todo o primeiro sábado de cada mês, a partir de 19hs, onde iremos exibir filmes divertidos, emocionantes, engraçados... que possibilitem as mais variadas experiências e reflexões.
A ideia surgiu do entusiasmo de ocupar mais ainda nossa Sede com atividades e de manter o constante dialogo com a comunidade. Todos os amigos do Nóis estão convidados: a gente assiste um bom filme, bate bom papo, toma uma mirinda, vê e revê os amigos... Quer programa melhor para um sábado à noite?
O Nóis de Teatro existe há 15 anos e desenvolve pesquisa teatral no que diz respeito à cidade, periferia, juventude e resistência. A proposta é que o "Cinema pra Nóis" seja mais uma das atividades de aniversário do Grupo, mas que não pare por aqui, e que permaneça na Sede do Nóis como atividade regular da comunidade, todos os meses, no primeiro sábado. Esperamos vocês!



SERVIÇO


Primeiro sábado de cada mês, 19hs.
Rua José Torres, 1211 - Granja Portugal.

1º SEMINÁRIO PERIFERIAS INSURGENTES - ARTE CIDADE POLÍTICA

Posted by Nóis de Teatro On 19:13




O 1º Seminário Periferias Insurgentes - Arte Cidade Política, realizado pela Associação Artística Nóis de Teatro em parceria com o Porto Iracema das Artes, surge pelo desejo do encontro com as múltiplas vozes que compõem as resistências das perifas de Fortaleza. Ocupar todos os lugares da cidade e discutir as consonâncias e dissensos que entrelaçam essa teia de vozes, esse mosaico "sub-urbano". Nas bordas do mundo, fervilha uma outra cidade que, na marginália biopotente, reelabora o presente. Nos centros da batalha urge a guerrilha da escuta, a disputa por um espaço público avivado pela diferença. No movimento centro - periferia avista-se um fluxo de Insurgências: corpos que não se calam a tentativa de criminalização das nossas práticas e silenciamento de nossos discursos.

Dos rolezinhos e dos saraus, dos batuques e das cenas de rua, das coreô e do Passinho, da tradição e da reinvenção ... Entre arte e vida, uma mistura inquietante que faz e refaz cidade. Por uma arte que se faz vida, por uma vida que se faz no agora... é tempo de ação! Salve a juventude periférica! Pode crer: é tudo nosso!

16 e 17 de outubro, segunda e terça, as 18h, no Porto Iracema das Artes


PROGRAMAÇÃO

16/10 SEG

18h- Abertura (Altemar Di Monteiro e Porto Iracema das Artes)

18h20 – Mesa “Nas Bordas do Mundo: Modos Coletivos de Existir” | Mediador: Henrique Gonzaga (Nóis de Teatro)
A mesa tem como objetivo apresentar um panorama da produção cultural e artística na periferia de Fortaleza, discutindo sobre as táticas de organização coletiva e manutenção das atividades nos territórios. Como permanecer juntos numa cidade que louva e difunde o individualismo de um corpo privado?

Participantes: Gil de Sousa (Centro Ubuntu de Arte Negra - Planalto Pici) / Graça Castro e Silva (Fórum de Cultura do Bom Jardim) / Gleison Cruz (Grupo Dito e Feito/ Serviluz) / Adriana Schneider Alcure (Coletivo Bonobando - Rio de Janeiro)

20h30 – Espetáculo “Censurados” / Cia Viv’Arte (Bom Jardim)

17/10 TER

18h – Mesa “Nos Centros da Batalha: Reinvenções do Espaço Público” | Mediadora: Kelly Enne Saldanha (Nóis de Teatro)
A mesa tem por objetivo reunir grupos e coletivos que têm ocupado o espaço público da cidade de modo inventivo e plural. Resistindo à institucionalização dos rolezinhos e movimentos periféricos, no centro da batalha encontramos a Insurgência de uma juventude que não cede ao controle e cerceamento do poder hegemônico e pastoral.

Participantes: Carlos M. Melo (Sarau da B1/ Jangurussú) / Jam’s Willam ( Sarau Corpo sem Orgãos/ Conjunto Ceará) / Micinete de Lima (Planalto Pici) / Wilbert Santos (Bonja Roots/ Bom Jardim)


20h30 Sarau no Porto (Sarau da B1- Jangurussú / Sarau Corpo sem Órgãos - Conjunto Ceará / Bonja Roots - Bom Jardim / Microfone aberto)

AGENDA NÓIS DE TEATRO OUTUBRO DE 2017

Posted by Nóis de Teatro On 18:35

Dia 02 de outubro, segunda-feira, às 18h
"Despejadas" / Abertura de Processo no Rota de Criação - Direção Edna Freire
Porto Iracema das Artes


Dia 06 de outubro, sexta-feira, às 16h
"A Granja" - Direção Altemar Di Monteiro
Escola Creusa do Carmo Rocha



Dia 15 de outubro, domingo, às 17h
"Todo Camburão Tem Um Pouco deNavio Negreiro" - Direção Murillo Ramos
Local Praça do Cearázinho
Apoio: SecultFor


Dias 16 e 17 de outubro, segunda e terça-feira, às 18h
Local Porto Iracema das Artes
Realização: Nóis de Teatro


Dia 19 de outubro, quinta-feira, às 19h30
"Todo Camburão Tem Um Pouco deNavio Negreiro" - Direção Murillo Ramos
Local Praça da Cruz Grande - Serrinha
Apoio: SecultFor



Dia 29 de outubro, domingo, às 17h
"EntreNóis Convida" - Histórias de Heróis Negros / Edivaldo Batista
Sede do Nóis de Teatro



     

NÓIS DE TEATRO NA REVISTA ASPAS, DA USP

Posted by Nóis de Teatro On 17:07


Foi publicada hoje (08/09) a edição 7.1 da Revista Aspas da Universidade de São Paulo. O afro-contemporâneo nas artes cênicas: reflexões metodológicas de pesquisa e criação no contexto pós-colonial. E tem Nóis de Teatro na revista. 

Confere ai o artigo de Altemar Di Monteiro. 

Para ver a revista completa clique aqui 

Para ler o artigo O JARDIM DAS FLORES DE PLÁSTICO: CAMINHOS POÉTICOS DE UM TEATRO NEGRO E PERIFÉRICO clique aqui